quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

E regar as flores do deserto


As ondas da vaidade ,inundaram os vilarejos e minha casa se foi,como a fome em um banquete
Então sentei sobre as ruínas,e as dores como ferro a brasa e a pele,ardiam como fogo dos novos tempos
E regaram as flores do deserto,e regaram as flores com chuva de inseto,
mas se você ver em seu filho uma face sua e retinas,de sorte e um punhal reina como o brilho do sol
o que farias tu ?
se espatifaria ou viveria,o espirito santo ?
aos jornais eu deixo meu sangue como capital,e as familias o punhal,
a corte eu deixo um sinal,
e regaram as flores do deserto,e regaram as flores com chuva de inseto

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